Estrelas SIC recebem proposta de rescisão amigável

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A administração do grupo Impresa, proprietário da estação de televisão SIC, abriu um programa de rescisões amigáveis para o quadro de colaboradores, que inclui algumas das caras mais conhecidas do canal, como Fátima Lopes ou Clara de Sousa.

De acordo com o 24 Horas, Carnaxide justifica a medida com a «necessidade de adequar a estrutura de custos da SIC à realidade actual do negócio» e, por isso, Bárbara Guimarães, Rodrigo Guedes de Carvalho ou José Figueiras já terão recebido uma carta com o processo de rescisão.

Como contrapartida, o presidente da Impresa, Francisco Pinto Balsemão, oferece um salário mais 75% por cada ano trabalhado, mas ainda não se sabe se as estrelas SIC aceitarão a proposta.

O cenário antecipa as estimativas de forte quebra nos investimentos publicitários para o próximo ano, na sequência da crise dos mercados financeiros.

in DD

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‘Rua Sésamo’ já está no You Tube, i Tunes e Hulu

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Didáctico. A série que ensina os mais pequenos comemora este ano o seu 39.º aniversário Quem não se lembra do Ferrão, o monstro castanho que vivia num caixote de madeira? E das aventuras do Gualter, do Poupas amarelo e das zangas do Egas e do Becas? Agora é fácil recordar as aventuras dos amigos do Monstro das Bolachas, pois a Rua Sésamo chegou à Internet.


A loja online da Apple, iTunes, disponibiliza os episódios completos a partir da 35.ª temporada, pela quantia de 1,99 dólares (cerca de 1,56 euros). Também o YouTube, da Google, onde já vários amantes da série infantil colocaram as partes mais divertidas do programa, vai lançar um canal Rua Sésamo com mais de cem episódios do programa. Para finalizar o trio, o canal de vídeo online Hulu vai exibir episódios, alguns com convidados como Julia Roberts e Laurence Fishburne.

No entanto, não poderão ser comprados os episódios mais antigos, uma vez que a distribuidora de DVD Genius Products e a Sesame Workshop não querem baixar as vendas das dez primeiras temporadas.

Além dos DVD, o programa infantil, que já comemora 39 anos, também deu origem a livros com os mesmos conteúdos educativos que os da série e a discos com as músicas mais famosas.

Este foi um programa que fez sucesso em 140 países. Sendo considerado um dos conteúdos mais didácticos que a televisão já viu, o escritor Emily Kingsley foi reconhecido pelo Department of Heatlth and Human Services, a 27 de Outubro.

Foi da imaginação de Jim Henson que surgiram os bonecos que fazem as delicias dos mais novos e ainda cativam os pais. O criador é ainda hoje recordado por ter sido ele também quem inventou os Marretas, dando voz ao sapo Cocas, até ao ano da sua morte, em 1990.

Ao mesmo tempo que entretém e diverte, o programa ensina as crianças, recorrendo a brincadeiras com letras do alfabeto, com números e com cores. Além desta vertente, o Poupas e os seus amigos ensinam valores como o respeito ou a amizade.

Na Rua Sésamo, que foi transmitida em Portugal através da RTP1, era frequente passear o Gil, o André, o Zé-Maria a Carolina ou a Guiomar. Mas passando pela Rua Central, todos tinham de se safar do resmungão Ferrão que lhes tentava impingir o vegetal milagroso, o agripino…

Os adultos que com esta série tanto aprenderam, ainda hoje são capazes de trautear a música que compõe o genérico: “Vem tu daí também… aprender como se vai até à Rua Sésamooooo…”

in DN

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Espectador pode votar nos actores de ‘T2 para 3′

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‘Casting’. Já estão escolhidos os 12 finalistas candidatos à 2.ª temporada da série Já estão seleccionados os 12 candidatos a protagonistas da segunda temporada da série T2 para 3, sobre estudantes universitários que partilham a mesma casa no Bairro Alto, em Lisboa.

O casting final decorreu em Lisboa há duas semanas, contando com mais de 70 candidatos. O júri escolheu para cada protagonista os quatro que desempenharam as provas com maior qualidade.

Cabe agora ao público escolher as caras que quer ver na série produzida pela da BeActive. Através do site www.t2para3.sapo.pt, os fãs podem ver um vídeo com a prestação dos escolhidos e votar, até ao final do mês.

João Robalo, Diogo Binnara, André Gonçalves e João de Brito convenceram o júri e habilitam-se a ser o Léo, um estudante de filosofia. Ana Varela, Inês Brusco, Cristina Carvalho e Mara Costa podem surgir no papel da tímida, Clara. E Cristina Girão, Andreia Santos, Ana Sofia Gonçalves e Maria Miguéis têm a possibilidade de ser escolhidas para dar vida a Diana, uma rapariga extrovertida e determinada.

Os candidatos a actores vêm de Lisboa, Braga, Coimbra e Porto, mas apenas um de cada grupo de quatro vai desempenhar um papel ao longo dos episódios da série que se vai estrear a 2 de Fevereiro do próximo ano, no portal Sapo.

Devido ao sucesso alcançado com a primeira temporada, atingindo os cinco milhões de espectadores via Net, e também pelo Meo Mobile da TMN, Sapo Mobile e Vídeo ClubeMeo, este T2 para 3 remodelado vai surgir na televisão - a RTP1 vai passar o compacto ao fim-de-semana.

Léo, Clara e Diana vão viver os dramas e as aventuras inerentes à entrada no mundo adulto e na universidade. Os três não se conhecem, mas vão partilhar a casa e… a história da sua vida.|- A.M.

in DN

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Pessoas infelizes vêem mais televisão

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Dois investigadores norte-americanos avaliaram a felicidade/infelicidade nas actividades de 30 mil pessoas em função das suas actividades quotidianas e concluíram, entre várias curiosidades, que os infelizes vêem mais TV, meio que por si que gera infelicidade dada a sua capacidade de criar dependência As pessoas felizes lêem mais jornais e socializam-se mais do que as infelizes - estas preferem ver televisão, conclui um estudo que será publicado pela Springer Science+Business Media, na edição de Dezembro do seu jornal Social Indicators Research.

Partindo da pergunta “Serão as pessoas infelizes mais atraídas pela televisão?” (porque essa é a percepção empírica geral) dirigida a cerca de 30 mil pessoas, os investigadores John Robinson e Steven Martin, da Universidade de Maryland, nos EUA, concluíram que, de facto, as pessoas infelizes consomem mais 20% de televisão do que as felizes, que são mais activas socialmente - vão mais à missa ou votam mais.

Durante cerca de 30 anos, os dois investigadores, no seu General Social Servey - 1975 a 2006, onde avaliaram a felicidade/infelicidade das pessoas em função das suas actividades quotidianas, concluíram ainda que os indivíduos com uma felicidade “intermédia” consomem apenas 10% mais do que os felizes.

E, destacando que a televisão é ela mesmo um dos factores que provoca infelicidade e ao mesmo tempo dependência, sobretudo, nos sujeitos mais vulneráveis como os com poucas habilitações, John Robinson explica: “A televisão pode dar aos telespectadores um prazer de curto prazo, mas um mal-estar com o passar do tempo.” A mesma opinião é reforçada por Steven Martin que diz: “Actividades de adição produzem momentos breves de prazer, mas a longo prazo infelicidade e arrependimento. As pessoas mais vulneráveis à adição tendem a estar socialmente ou pessoalmente em desvantagem com a televisão a tornar-se um opiáceo [ópio].”

As pessoas que não estão satisfeitas com o seu casamento, por exemplo, passam mais tempo em frente do televisor (+ 10%), do que as que têm um casamento de sonho. Por outro lado, os sujeitos infelizes têm mais tempo disponível, ainda que não o desejem, concretamente 51% do que as felizes (19%) e sentem mais a pressão do tempo (35% contra as felizes com 23%).

Ainda que para esta dependência muito contribui o facto de os telespectadores não terem de: deslocar-se a lugar algum, despir-se, encontrar companhia, planear, gastar energia, fazer qualquer trabalho, ou mesmo pagar qualquer preço para ver televisão. Argumentos que combinados resultam no tal prazer de curto prazo, sendo este aliás o mais sentido pela maioria dos norte-americanos, defendem os investigadores.

Estas conclusões vêm, no entanto, contrariar estudos recentes, nomeadamente um realizado pela universidade de Princeton, que defende a televisão como uma actividade “altamente recomendável e que melhora a qualidade dos seus utilizadores”

Crise aumenta consumo

Uma pessoa passa, em média, 223 minutos por dia como espectadora. E a crise irá fazer aumentar o consumo de televisão em minutos, em 2009, tanto quanto nos últimos sete anos juntos, segundo previsão recente da União das Televisões Comerciais Associadas (Uteca). Este organismo constatou uma queda de 9% nos gastos com o ócio- ir ao cinema, jantar fora, ou viajar - e um aumento de 3% no consumo de minutos de televisão. O mesmo estudo revelou ainda que os jovens são aqueles que menos tempo passam em frente ao televisor - 146 minutos por dia, contra os 314 minutos vistos pelos maiores de 65 anos e os 263 minutos que gasta a ver televisão a faixa etária dos 45 aos 65 anos.

in DN

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RTP tira cenas ousadas a “Paixões Proibidas”

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Estação repete novela à tarde e diz que se empolou a questão das imagens

A RTP1 está a repor no horário da tarde a novela “Paixões Proibidas”, sem algumas das cenas mais ousadas que marcaram em 2007 a estreia da co-produção com a brasileira Bandeirantes (Band). Mas a nova edição ainda não cativou o público.

Quando se tornou público que o canal ia repetir a novela de época pouco depois da hora do almoço uma das questões que surgiu foi a da emissão dos conteúdos, que poderiam afectar públicos mais sensíveis, e que tinham levado a que a primeira emissão tivesse ocorrido pelas 23 horas. Mas a estação pública garantiu, em declarações ao JN, que devido ao novo horário “teve o cuidado de retirar pontualmente algumas cenas que pudessem causar constrangimento”.

Durante a apresentação de “Paixões Proibidas”, o então director de Programas, Nuno Santos, anunciou que a ficção misturava “paixão ardente” com uma “componente sexual mais forte”. Concretizada nas interpretações mais eróticas entre as actrizes portuguesas São José Correia e Leonor Seixas e os colegas brasileiros Felipe Camargo e Leonardo Carvalho, respectivamente.

Agora, a estação sublinha que as cenas retiradas sem aviso prévio foram “poucas”, tendo-se criado um mito muito grande sobre estas imagens. Mesmo assim, ainda há quem fique impressionado com as cenas fogosas que continuam a ser emitidas pela novela, apesar de não ter dado ainda entrada nenhuma queixa na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) sobre o assunto.

A decisão da RTP1 de omitir imagens capazes de impressionar os espectadores mais sensíveis não é inédita. Quando transmitiu a produção, a Band começou por a emitir depois das 22 horas e identificada para público maior de 14 anos. Mas devido às fracas audiências a estação optou por mudar a novela para a tarde e reformar os episódios. As alterações da RTP não tiveram, porém, nada a ver com as feitas no Brasil.

Também em Portugal a novela não alcançou resultados satisfatórios. A emissão nocturna acabou por ter um “share” (calculado entre o número de pessoas que àquela hora viam televisão) inferior a 10%. A média das duas primeiras semanas de emissões durante a tarde é de 20,5%. Menos 15% do que o registado por “Amor e Intrigas” que vai para o ar antes de “Paixões Proibidas”. Na semana antes desta re-estreia, a novela “Amor e intrigas” tinha uma quota de espectadores de 35%.

in JN

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