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September - 2010
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Archive for the ‘Fama Show’ Category

2 anos de Fama Show!

Posted by afsp On Fevereiro - 28 - 2010ADD COMMENTS

Foi há 2 anos que a aventura começou! Cinco raparigas (Liliana Campos, Rita Andrade, Vanessa Oliveira, Orsi Fehér e Cláudia Borges) comandadas por Daniel Oliveira começaram um novo magazine sobre o social na SIC que é líder incontestável!

A festa de aniversário do programa de sucesso da SIC foi festejada num restaurante de sushi na zona de Lisboa e contou com caras bem conhecidas para além das apresentadoras (já sem Orsi Fehér e com Andreia Rodrigues) como é o caso de Daniel Oliveira - coordenador do programa, Nuno Santos (director de programas), José Figueiras, Catarina Mira, Andreia Vale, Ricardo Pereira entre outros estiveram presentes.

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Andreia Rodrigues no “Fama Show”

Posted by admin On Julho - 1 - 20097 COMMENTS

andreia-rodriguesA Miss Portugal 2008 vai substituir Vanessa Oliveira na apresentação do “Fama Show” durante o período de Verão, por esta última ter integrado a equipa “SIC ao Vivo”. Andreia Rodrigues foi escolhida por “casting” e junta-se a Rita Andrade, Orsi Fehér, Liliana Campos e Cláudia Borges a partir da edição do próximo domingo.

Além de trabalhos como modelo, Andreia Rodrigues já apresentou o programa das madrugadas “Toca a ganhar”, na TVI, e participou como actriz em “Os malucos do riso” e “Maré alta”, da SIC.

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Novo Globo de Ouro para Nuno Lopes

Posted by admin On Maio - 24 - 2009ADD COMMENTS

Na gala da SIC, o actor Nuno Lopes entregou o Globo de Ouro conquistado com o filme “Goodbye Irene” ao antigo professor António Feio e emocionou a plateia. O programa da estação de Carnaxide “Fama Show” decidiu recompensar Nuno Lopes pelo gesto altruísta e entregou-lhe uma nova estatueta.

Foi no Coliseu dos Recreios, pelas mãos de uma das apresentadoras, Liliana Campos. A reacção do actor e a sua descrição do momento em que atribuíu o Globo a António Feio é transmitida na edição deste domingo do programa.
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Televisão precisa de programas ‘light’

Posted by admin On Março - 1 - 2009ADD COMMENTS

daniel-oliveiraConsultor de "light entertainment" acredita que "Fama Show" veio trazer brilho à antena de Carnaxide. Em defesa do "Tá a gravar", diz que o programa tem estrutura, um conceito.

Aos 28 anos, Daniel Oliveira diz não ter atingido o cume da montanha. Há mais de uma década nos meandros da comunicação, foi na SIC que inaugurou o percurso, embora tenha sido a RTP, com o "Só Visto", a dar a conhecer o seu rosto.

Mas a fama não se esgotou ali. Aliás, é o programa "Fama show", que celebra hoje um ano com o entrevistado Cristiano Ronaldo, o responsável pelo roubo da liderança das audiências nas tardes de domingo à estação pública. Recentemente nomeado consultor externo de "light enterteinment" de Carnaxide, assevera que nada mudou. Ambicioso, "no bom sentido", perfeccionista, "dentro razoável", a perseverança, não lhe permite gozar de "retroactivos".

Porque começou tão cedo a carreira?

Desde muito novo que era fascinado pelo mundo da comunicação. Com 13 anos, fundei um jornal a título de brincadeira que me permitiu depois entrar para a SIC. Vinha para as instalações fazer entrevistas às figuras da estação, até que alguém reparou em mim.

Acabou por ser um autodidacta.

Tivemos cursos de formação quando começou a SIC Notícias. Mas qualquer profissional da área só se prepara no terreno.

A sua carreira debutou em Carnaxide. Entende a SIC como a sua casa-mãe?

Foi aqui que comecei, mas não me esqueço dos cinco anos fabulosos que passei na RTP. Porém, o facto de ter entrado para a SIC com 16 anos é algo que me está agarrado à pele: uma relação umbilical.

É considerado por muitos o pupilo de Nuno Santos. Sente esse estigma?

Não. Tanto as pessoas que trabalham comigo como quem observa à distância, caso do público, não dirá que o que tenho conseguido fazer é por ser amigo de quem quer que seja. Já o provei com os programas que fiz.

Tem uma forte ligação ao futebol. É uma paixão que ficou por cumprir?

De certa forma não ficou por cumprir, pois a minha actividade permitiu que estivesse muito próximo do meio, ainda que de forma menos activa. É um mundo de que gosto e onde tenho alguns amigos.

Ganhou um prémio com um trabalho sobre um jogador. Ter essas relações privilegiadas não facilita a tarefa?

Essa confiança nasce do trabalho. Travei o primeiro contacto com a esmagadora maioria dos jogadores que conheço em trabalho. Embora depois tenham nascido amizades sólidas. Em relação ao prémio, é evidente que ser o Cristiano Ronaldo no ano mais importante da sua carreira, ajudou. Mas o trabalho estava bem feito.

Partilhou das dores de barriga dele antes do anúncio do melhor jogador ?

Fiquei muito satisfeito. Em Maio, quando fiz os "Incríveis", manifestei a convicção de que ele seria o vencedor. Senti no fundo o que todos os portugueses sentiram: um enorme orgulho em ver um dos nossos chegar ao topo.

O "Só visto", da RTP, foi o formato que lhe deu visibilidade. Tem saudades?

Tenho saudades do início do programa, dos primeiros três anos. Apesar de ser nostálgico, sou também muito prático.

O seu "dom" de fazer chorar os convidados era natural?

Pretendia-se que aquelas entrevistas fossem marcantes. O "Só visto" ensinou-me que uma boa preparação sobre a pessoa que vai ser entrevistada, toca essa pessoa.

O "Fama show", da SIC, já o ultrapassou em audiências.

O "Fama" tem alma, não são só cinco fantásticas apresentadoras bonitas a dar a cara. Tem um corpo, uma forma, um cuidado extremo com que é preparado e representa uma lufada de ar fresco no panorama televisivo. O que o "Fama" conseguiu foi devolver algum "glamour" à antena da SIC. É entretenimento puro.

Não será a receita infalível juntar um grupo de mulheres bonitas...

Isso pesa, claro. A forma como elas abordam os convidados, o atrevimento que têm e a sua beleza é importante. O perceber que este modelo poderia ser líder é que está a fazer a diferença.

Há aqui uma instrumentalização do estereótipo da beleza feminina para servir a causa das audiências?

Não. A maioria do público do programa é feminino. A análise pode ser feita no sentido inverso, que é ter uma visão feminina do mundo. Necessariamente bonita, "glamourosa", com estilo. E o trabalho delas não se resume à beleza. Seria impossível este sucesso se assim fosse. A sua agilidade em fazer a pergunta certa no momento certo não tem rigorosamente nada a ver com a beleza.

Qual é a diferença entre entretenimento e "light-entertainment"?

Tem a ver com os níveis de produção e de investimento, sendo que a televisão hoje em dia, cada vez mais, por força da crise e não só, precisa de programas "light-entertainment": que disponham bem e que não tenham custos de produção valiosíssimos.

O segredo é ir por aí?

O "light-entertainment" tem sempre espaço. Mas não há aqui um modelo estanque. Na SIC, tanto o "Fama", como o "Episódio especial", "Não há crise", ou o "Tá a gravar" já deram provas de êxito.

Principalmente o "Tá a gravar" tem colhido vários apupos da crítica, como olha para esses reparos?

São legítimos. Nos EUA, existe um programa do género há 40 anos. Não são as críticas que nos fazem desviar do caminho. Há uma visão muito redutora do que é o programa, que não é um repositório de imagens. Tem uma estrutura, um conceito, não é tão vazio como querem fazer ver.

Em período de crise as pessoas demitem-se mais de pensar e procuram o que é de digestão fácil?

O "Fama" e o "Episódio especial" entram num campeonato à parte, já existiam antes de se falar na crise. No caso dos outros pode ter a ver com a necessidade de fuga à realidade. Mas a televisão é isso mesmo: um escape.

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“Fama show” tem o seu melhor resultado

Posted by admin On Fevereiro - 10 - 20092 COMMENTS

O programa "Fama Show" conseguiu anteontem o seu melhor resultado desde a estreia, segundo revela a estação que o transmite: a SIC.

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Conduzido por Cláudia Borges, Rita Andrade, Orsi Féher e Liliana Campos, o formato que junta rubricas sobre eventos a notícias do mundo "social" conquistou 900 mil espectadores e 9.6% de audiência média.

À beira de completar um ano, "Fama Show" tem visto o seu público crescer entre os homens e entre o target jovem, com mais de 15 e menos de 24 anos.

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