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Archive for the ‘A Guerra’ Category

RTP1 exibe final de “A guerra”

Posted by admin On Maio - 13 - 2009ADD COMMENTS

a-guerra

O nono e último episódio da série documental da autoria de Joaquim Furtado vai esta quarta-feira para o ar na RTP1. “A Guerra” relata o conflito com as ex-colónias. Os episódios que agora terminam incidiram sobre o período de 1964 a 1970. A terceira série está em produção.

Além das imagens, o autor recolheu mais de 600 horas de depoimentos de ex-combatentes e de pessoas ligadas aos movimentos independentistas dos três países (Angola, Moçambique e Guiné-Bissau).

in JN

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“MPLA reuniu com Che Guevara”

Posted by admin On Março - 11 - 2009ADD COMMENTS

RTP 1: 2.ª série de ‘A Guerra’ estreia hoje

joaquim-furtado'A Guerra’ regressa hoje, às 21h30, à RTP 1, com testemunhos reveladores sobre a guerra colonial. "Ficamos a saber como foi a primeira acção da UNITA, a partir da qual ficou conhecida internacionalmente, que o MPLA reuniu com Che Guevara, e a dimensão da guerra em Angola de uma forma que não se conhecia", revela o autor Joaquim Furtado.

Esta série documental, cuja primeira temporada teve grande impacto, mereceu o Grande Prémio Gazeta, mas foi a crítica dos historiadores que mais comoveu o jornalista. "A série desencadeou na opinião pública elogios, e isso foi gratificante. O prémio coroou essas opiniões, mas houve reacções da área científica que me sensibilizaram muito", revela ao CM Joaquim Furtado.

O autor recorda outras emoções. Como as de quem viveu a história, de quem fez da entrevista um desabafo, uma terapia.

A segunda série, de nove episódios, cobre o período 1964-1970 e apresenta revelações importantes, entre as quais a de que, se "até 1967 os portugueses se mostrassem interessados em negociar a paz, Moçambique aceitava".

O material inédito nesta série é muito, até porque, devido ao impacto da primeira, ganha novos depoimentos. "Estamos a falar de 600 horas de entrevistas que em média duravam uma a três horas. Há informação que poderá ser utilizada em livro. Mas isso são projectos", explica Joaquim Furtado, que já prepara a terceira série de ‘A Guerra’.

PORMENORES

600 HORAS

É a soma do tempo despendido nas entrevistas, com a duração de uma a três horas cada.

5000

Filmes pesquisados e visionados para identificação de pessoas, algumas para serem entrevistadas.

7 ANOS

Foi o tempo que o jornalista precisou para reunir todo o material e posteriormente editar.

220

Foi o total de entrevistas gravadas. A estas juntaram-se 200 conversas.

Teresa Oliveira
in CM

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Segunda série relata período de 1964 a 1970. Terceira está já em preparação

A RTP1 estreia na próxima quarta-feira a segunda fase de "A guerra", o documentário da autoria de Joaquim Furtado. Os novos episódios incidem sobre o período de 1964 a 1970. A terceira série está em produção.

Segundo o autor, não há grande diferenças entre este formato e o anterior já que se trata de um projecto de continuidade. E tal como no primeiro serão "reveladas muitas informações novas e clarificadas outras menos novas", como a utilização de napalm ou as negociações entre as forças armadas portuguesas e a Unita. Questões que eram "sussurradas" mas que agora são assumidas nos depoimentos.

Para esta nova temporada de nove episódios, que vão para o ar dia 11 de Março às 21.30 horas, contribuíram pessoas que contactaram com Joaquim Furtado já depois dos primeiros documentários terem ido para ar entre Outubro e Dezembro de 2007.

"A série conseguiu, à sua maneira, desbloquear muitas matérias relativas à guerra colonial. Ex-combatentes com memórias dolorosas foram estimulados a contá-las porque ouviram outros relatos", explicou durante a apresentação dos novos programas.

Além das imagens, o autor recolheu mais de 600 horas de depoimentos de ex-combatentes e de pessoas ligadas aos movimentos independentistas dos três países (Angola, Moçambique e Guiné-Bissau) e, apesar de sublinhar que o essencial destas conversas integram as emissões, o material excedente poderá vir a ser utilizado em livro.

Mas até esse projecto se iniciar, Joaquim Furtado ainda tem em mãos a conclusão da série documental, "os quatro ou cinco anos" que se seguiram ao período agora retratado, que conta ter pronta "até final do ano". Um dos motivos que tem levado à demora na produção dos episódios foi a necessidade de se contextualizar os acontecimentos. "Dar às pessoas a informação do que se ia passando nos três territórios para terem uma visão de conjunto", revelou.

Em relação ao sucesso que a primeira parte do trabalho registou - distinguida no Festival de Televisão de Monte Carlo - Joaquim Furtado disse não estar surpreendido. "Uma das razões que me levou a fazer a série foi a noção de que os portugueses conheciam muito pouco desta realidade".

in JN

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